As Letras entre a Tradição e a Inovação – ANTÓNIO M. FEIJÓ

Antonio_Feijo_coloquio

A NOÇÃO DE CÂNONE, E POR QUE SE FALA TANTO DELA
A noção de «cânone» tem sido exaustivamente debatida pela crítica e teoria literária. Em Portugal, o debate caracteriza-se por alguma vivacidade teórica e por uma bem menos viva placidez prática. Tentarei analisar, em algum detalhe, o porquê deste pouco congruente estado de coisas.

THE NOTION OF CANON: WHY IS IT SUCH A DEBATED ISSUE?
The notion of canon has been debated exhaustively in literary criticism and literary theory. In Portugal, this debate has been marked by some lively theoretical discussions and some much less lively practice. I shall attempt to provide a detailed analysis of the reasons behind this inconsistency.


Professor Catedrático da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (Programa de pós-graduação em Teoria da Literatura, e Departamento em Estudos Anglísticos).
PhD (Literatura Inglesa e Norte-Americana) Brown University; MA (Literatura Inglesa e Norte-Americana) SUNY Albany.
Tem publicações sobre tópicos de literatura inglesa, norte-americana e portuguesa, bem como traduções e versões dramatúrgicas (Shakespeare, Otway e Fernando Pessoa, entre outros).
Em 2015, publicou Uma Admiração Pastoril pelo Diabo (Pessoa e Pascoaes), Imprensa-Nacional Casa da Moeda. Em 2016, publicou uma versão levemente alterada da sua tradução de Hamlet, de Shakespeare. Em 2017 publicou, com Miguel Tamen, A Universidade como deve ser (Fundação Francisco Manuel dos Santos).
Foi Diretor da Faculdade de Letras e é, atualmente, Vice-Reitor da Universidade de Lisboa.

Deixar uma resposta