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Projecto SEI – Sociedade, Escola e Investigação | 2018

Pelo terceiro ano consecutivo o MEG da FLUP respondeu ao desafio da CMP  e, em 2 meses, reuniram uma equipa de 250 jovens investigadores distribuídos por 5 escolas do ensino básico e secundário, para replicar uma Prática Pedagógica de sucesso encetada em 2017 com o PROM@TT!

Procuramos, no território das freguesias onde se localizam as escolas, boas razões para viver e visitar e construímos diversos recursos analógicos e digitais que foram exibidos na Biblioteca Almeida Garrett 🙂

✯ PARABÉNS ✯ à nossa jovem equipa de investigadores do ensino básico, secundário e superior e aos jovens Professores do MEG!!!! ✿‿✿

GEOGRAFIA na 16ª Mostra da UP :)

Os jovens Professores do MEG mobilizaram-se para cumprir com mais este desafio do Departamento de Geografia do Porto: construir recursos para exibir na Mostra da UP, recursos esses que deveriam ser apelativos para os jovens do ensino básico e secundário e revelar aspetos do trabalho desenvolvido pela nossa Geografia 🙂

Entre muitas atividades que podem ser apreciadas de forma muitíssimo resumida AQUI,   a UP destacou na área da FLUP uma atividade do Departamento de  Geografia <3

Já está online o nº 2 da Revista de Educação Geográfica da UP!

Neste ano de lançamento da geTup – Revista de Educação Geográfica da Universidade do Porto, agora no seu número dois, estão a operar-se transformações fundamentais no sistema educativo português. Efetivamente, nos seis meses que decorreram desde a edição do primeiro número, três documentos vêm colocar novos desafios à comunidade escolar, nomeadamente aos professores de Geografia, que facilmente percebem a pertinência dos temas que trabalham com os seus alunos para a concretização da generalidade dos Princípios, Visão, Valores e Áreas de Competências definidas no Perfil do Aluno. Salientam-se, assim, o Despacho  nº 6478/2017, de 26 de julho, que homologa o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória; o Despacho nº 5908/2017, de 5 de julho, que “autoriza, em regime de experiência pedagógica, a implementação do projeto de autonomia e flexibilidade curricular [PAFC] dos ensinos básico e secundário, no ano escolar de 2017-2018”; finalmente,  o documento das Aprendizagens Essenciais (AE) – “orientação curricular base na planificação, realização e avaliação do ensino e da aprendizagem, conducentes ao desenvolvimento das competências inscritas no [PA]” (www.dge.mec.pt, acedido em 2017/10/25.

É neste quadro de mudança e desafio que prosseguimos no segundo número da geTup, integrando um conjunto de artigos que remetem para a reflexão/intervenção em didática da Geografia e para perspetivas e eventos que, pela sua pertinência e/ou atualidade, merecem destaque enquanto espaço de (in)formação para professores e estudantes – linhas e imagens para ler que permitem percorrer diversos aspetos associados ao ensino e educação geográfica.

Clique AQUI para aceder à “geTup” 🙂

Na secção “refletir”, Marcos Elias Sala e José Jesús Reyes Nuñez,  convidam o leitor a posicionar-se entre 1781 e 1914 para analisar a “Representação cartográfica do relevo em mapas escolares [a partir de] soluções cartográficas e didáticas em atlas escolares antigos da Hungria”, soluções estas que “…se continuaron desarrollando en los años posteriores e incluso hoy continúan siendo parte de los principios de edición de muchos atlas escolares en el mundo”. Em linha, também, com questões de metodologias e recursos para o ensino da Geografia, Maria Helena Ramalho posiciona-nos “Nos meandros da transposição didática: dos ziguezagues da legitimidade à diversidade de possibilidades” para expressar as “…preocupações que têm sido recorrentes no seu percurso profissional e que se consubstanciam principalmente no esboçar de possibilidades e no constatar constrangimentos para a concretizar”.

Entre os jovens professores de Geografia que concluíram os relatórios de estágio, destacam-se na secção “intervir” deste número da geTup os resultados da sua investigação-ação em quatro temas distintos: Adriana Carvalho discute “O jogo didático nas aulas de História e Geografia”, concluindo que a gamificação “…funciona muito melhor como estratégia de desenvolvimento de conteúdos, do que como estratégia de motivação ou de consolidação”; Elisabete Domingos relata-nos a sua experiência de estágio durante a qual procurou perceber se a “deficiência visual [constituiu] ou não um obstáculo ao desenvolvimento da função docente em História e Geografia”; Hélder Quintas Oliveira retoma o tema da “paisagem como elemento integrador no processo de ensino-aprendizagem” para dar conta de atividades baseadas em “…trabalho de campo, com recurso à descrição de paisagens [concluindo] que a leitura da paisagem é fundamental para a educação geográfica e pode ser um cenário de convergência interdisciplinar”; finalmente, Marta Ramos explora a utilização do Facebook como estratégia de ensino-aprendizagem, discutindo a importância das redes sociais como complemento do ensino presencial concluindo “…que as ferramentas disponíveis proporcionam a partilha de informação e facilitam a comunicação e interação alunos-professor, contribuindo para o aumento da motivação e melhoria do processo ensino-aprendizagem”.

A perspetiva da geTup dá voz a Nicole Devy Vareta que, 20 anos após a publicação de uma entrevista sobre incêndios floresteis no Tripeiro, de forma muitíssimo oportuna é desafiada por Jorge Fernandes Alves a revisitar o seu texto para atualizar a leitura que então fez sobre a “Floresta – uma riqueza mágica”. O momento em que a Professora faz esta atualização da informação é particularmente relevante – à tragédia de Pedrógão Grande, vieram juntar-se os incêndios que devastaram vastos hectares de floresta a 15 de outubro último!

Numa outra vertente, agora de ligação com as escolas, a secção “acontecer” remete-nos para a “Perceção do risco: ensaios no ensino secundário”, através de uma atividade realizada com professores e alunos do ensino superior (Mestrado em Ensino de Geografia da FLUP) e do ensino profissional (Escola Secundária da Senhora da Hora). Experimentaram-se diversas metodologias de sensibilização, levantamento e registo gráfico e cartográfico de eventos de base territorial que, na ótica dos jovens alunos, configuravam situações de perigo que deveriam ser objeto de atenção e correção.

Finalmente, o jovem geógrafo Gabriel C. Ferreira marca encontro algures pelo Douro para nos levar até à cidade imperial de Toledo, através de um texto onde recorda uma viagem realizada por “três geógrafos e nada por coincidência viajantes” no verão do ano passado, a que chamou “O Vale do Imperador – Percurso Geográfico”.

I Encontro PROM@TT

Após um ano de trabalho com 6 escolas (5 do distrito do Porto e 1 dos Açores), no dia 10 de maio de 2017 o MEG associou-se ao MSIGOT e marcamos presença na FLUP para concretizar o I Encontro PROM@TT.

De  manhã foram exibidos e discutidos os resultados, com o seguinte alinhamento de apresentações:
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… e a partir do Pico, nos Açores, foi assim:
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De tarde, os trabalhos prosseguiram em formato workshop vocacionado para estudantes interessados no ensino da Geografia e para os colegas do EBS. Neste âmbito, desenvolvemos uma sessão de trabalho que versou um conjunto de aplicações utilizadas no PROM@TT, bem como outras que podem ser utilizadas no levantamento e registo de elementos territoriais tendo em conta os diversos contextos escolares.
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Da balanço final ficou um registo francamente positivo com a previsão do alargamento do projeto para o dobro das escolas deste ano letivo!

… um brinde ao sucesso e à boa disposição do grupo 🙂
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“Caça ao risco”

No âmbito de uma parceria entre as disciplinas de Biologia e Geografia subordinado ao tema dos “riscos”, o MEG desafiou 18 estudantes do 10º ano da Escola Secundária da Senhora da Hora para embarcarem numa aventura de “caça ao risco”!
Na verdade, o que pretendíamos é que treinassem o olhar para situações que pudessem envolver algum risco para a população,. A concretização deste objetivo envolveu diversas metodologias de trabalho de campo, nomeadamente:
(1) orientação a partir de uma planta em suporte analógico;
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(2) construção de trilhas em Wikiloc coincidentes com a planta;
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(3)captação de imagens de situação de risco e respetiva georreferenciação;
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(4) interação com a população aplicando um curto inquérito.
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(5) análise dos resultados
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(6) apresentação das conclusões por grupo de trabalho
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Uma manhã de trabalho com resultados muito positivos! 🙂

Estamos a construir a revista de Geografia e Ensino da UP!

Vem conhecer a geTup – Geografia & Ensino | UP“!

A revista GETUP – Geografia e ensino da UP, é uma publicação online da iniciativa do Mestrado em Ensino da Geografia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto que reúne contributos de diversas áreas científicas sobre ensino e educação, privilegiando os de âmbito geográfico. É neste contexto que a GETUP se abre à publicação de trabalhos de investigadores, docentes e estudantes para partilhar e divulgar experiências e reflexões de todos os níveis de ensino.
O forte sentido de estímulo e promoção das atividades e resultados da investigação constitui a âncora para a definição de cinco secções temáticas que se articulam na necessidade de refletir sobre as questões do ensino para que se possa intervir em contextos escolares, tendo por base as múltiplas perspetivas científicas passiveis de construção a partir das mais variadas fontes. Finalmente, a GETUP dá asas ao que acontece nas escolas através da possibilidade de divulgar atividades, inclusive aqueles eventos em que é preciso sair da sala de aula para ensinar&aprender.

5 secções: Refletir | Intervir | Perspetivar | Acontecer | Sair

  1. Refletir: artigos científicos de ensino e educação em todas as áreas do saber, em particular da Geografia;
  2. Intervir: artigos de divulgação da investigação académica feita por jovens professores em formação;
  3. Perspetivar: artigos com entrevistas, resenhas de livros e filmes, leituras de exposições, entre outras situações cuja visibilidade merece ser promovida;
  4. Acontecer: relato de projetos e/ou múltiplas atividades escolares;
  5. Sair: área animada por imagens e sons de viagens, saídas e/ou visitas de estudo, através de posters ou recursos multimédia originais.

De publicação semestral, a GETUP aceita trabalhos em português, francês, espanhol e inglês, podendo, em função das normas de cada secção temática, ser utilizado texto, imagem e/ou som.

O MEG com PromaTTe – “Promove a Tua Terra”

O MEG esteve presente na Escola Básica e Secundária de Baião, no âmbito do projeto PromaTTe – Promove a Tua Terra.
Dirigidas a alunos do 11º ano, as atividades começaram com uma breve apresentação do projeto, para avançar para a utilização de diversas aplicações online (Kahoot) que visaram o diagnóstico dos saberes prévios sobre tecnologias de de leitura e representação de informação geográfica.
Para testar a aplicação prática do projeto, desenvolveu-se um exercício a partir da utilização do Wikillock que os alunos já haviam instalado nos seus smartphones…13010671_582510408592665_6976924605715689131_n

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Está a começar, mas este projeto está já a dar os seus frutos, quer ao nível da formação dos futuros professores de Geografia, quer da necessária aproximação entre colegas e instituições do ensino BS e da universidade! 😉

Grande exibição do MEG_FLUP&AEAH na Biblioteca Almeida Garrett!

LogoSEINo âmbito do Projeto “Porto de Conhecimento – SEI – Sociedade Escola e Investigação” promovido pela Câmara Municipal do Porto, o MEG/FLUP e o AEAH (Agrupamento de Escolas Alexandre Herculano), estiveram presentes na Feira de Ciência que teve lugar a 5 de abril no auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett.

 

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12417725_1259485777396702_1794152820724556749_nCom a missão de promover a curiosidade geográfica, competências e a cultura científica entre os jovens, os trabalhos contaram com a participação de docentes, bolseiros de investigação e estudantes da FLUP e do AEAH .
Estes resultados traduzem, apenas, uma ínfima parte da riqueza didática e dos momentos partilhados, em especial com o grupo de jovens do 12ºano da Escola Secundária Alexandre Herculano 😉